Allez au contenu Allez à la navigation Allez à la recherche Change language
Marie-Josèphe-Rose de Tascher de La Pagerie, conhecida como Josefina de Beauharnais (1763-1814)
Se não conseguir ler o mídia,baixe o Flash Player.
-
Josefina de Beauharnais
© RMN-Grand Palais (musée des châteaux de Malmaison et de Bois-Préau) / Daniel Arnaudet / Gérard Blot
-
Josefina de Beauharnais
© RMN-Grand Palais (Château de Fontainebleau) / Droits réservés
Imperatriz dos franceses, primeira esposa de Napoleão I, Marie-Josèphe Rose de Tascher de la Pagerie, nascida na Martinica, pertencia a uma família enraizada na lha há meio século. Muito jovem, parte em direção à França metropolitana para casar-se com o visconde Alexandre de Beauharnais, que morre guilhotinado durante o período do Terror da Revolução Francesa. Com ele, Josefina teve dois filhos, Eugênio e Hortênsia.
Próxima de Tallien e Barras, ela torna-se então uma das mulheres mais apreciadas da alta sociedade parisiense. Em 1795, por intermédio de Barras, é apresentada ao jovem general Bonaparte com quem casa-se no civil no dia 9 de março de 1796, alguns dias antes do início da campanha da Itália. Foi na morada de Josefina, na rua Chantereine, em Paris, que, logo após a expedição do Egito, se preparou o golpe de Estado de 18 de brumário do ano VIII do calendário revolucionário francês (9 de novembro de 1799). Josefina teve papel notável no acontecimento. Napoleão é então nomeado Primeiro cônsul no mês de dezembro de 1799.
Coroada imperatriz no dia 2 de dezembro de 1804, tem grande importância na política de aproximação entre o Imperador e a velha sociedade. Porém, em 1809, incapaz de dar-lhe um herdeiro, é obrigada a divorciar-se e aceitar ceder seu lugar à jovem Maria Luísa de Áustria. Rejeitada, mas substancialmente abastada, isola-se em Malmaison (1810-1814), morada que havia adquirido durante a campanha do Egito. Após sua derrota, Napoleão escreverá a ela uma derradeira carta: "Adeus, minha querida Josefina, aceite a resignação como eu e nunca perca a lembrança daquele que nunca a esqueceu e que jamais a esquecerá. Napoleão."






