Allez au contenu Allez à la navigation Allez à la recherche Change language

Se não conseguir ler o mídia,, baixe o Flash Player.

  • A Ópera de Lyon

    A Ópera de Lyon

    © Hemis.fr

  • A Ópera de Lyon

    A Ópera de Lyon

    © Hemis.fr

Partilhe:viar esta página para um amigo Compartilhar no facebook Twitter

Projetada pelo arquiteto francês Jean Nouvel, a Ópera de Lyon conjuga de forma espantosa o antigo e o moderno. A sua estrutura atípica e a sua programação eclética conferem-lhe um lugar de eleição na cultura francesa.

Situada no centro da cidade, a Ópera de Lyon, apelidada por vezes de Ópera Nouvel, devido ao nome do seu arquiteto, surpreende pela sua mistura de estilo neoclássico e moderno. As suas fachadas do século XIX associadas à sua cúpula de vidro semicilíndrica do final do século XX dão-lhe uma aparência original e única no género. No interior, uma sala de espetáculos e um anfiteatro modernos recebem, durante todo o ano, uma programação eclética de bailados, óperas e outros concertos.

Um edifício com a assinatura de Jean Nouvel

A Ópera de Lyon nasce de um concurso lançado em 1986, cujo vencedor devia, inicialmente, renovar o Teatro Chenavard et Pollet, edificado em 1831. Quem ganha o concurso é Jean Nouvel, arquiteto francês hoje conhecido pela edificação do Instituto do Mundo Árabe e o Museu do Quai Branly de Paris. A Ópera é inaugurada sete anos mais tarde, em 1993. Do antigo edifício apenas subsistem os quatro muros da fachada e o salão do público.

Uma sala “suspensa”

A Ópera de Lyon ergue-se sobre dezoito níveis, dos quais cinco foram construídos em subsolo e seis na cúpula de vidro. Em seis níveis, o edifício alberga uma sala de espetáculos em forma de ferradura, com capacidade para 1100 pessoas. Esta sala tem a particularidade de ser suspensa graças a um sistema de traves metálicas. Isolada das vibrações do metro e do ruído da circulação externa, a sala oferece aos seus espectadores uma excelente acústica.

A ver

 

  • As fachadas e o grande salão do público, únicos testemunhos do antigo teatro;
  • o pequeno salão, que contrasta com o grande salão devido à sua arquitetura contemporânea;
  • a sala de espetáculos e os seus balcões em seis níveis;
  • o anfiteatro, inspirado na arquitetura do teatro greco-romano.